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Cada projeto é único
Cada legado e memória tem um caminho para manter ativo
o seu potencial transformador no mundo.
Conheça os resultados da Tecer:

Banco Sonoro
Raízes negras
Idealização e coordenação: Tecer.
Realização: Tecer, Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, Urbia Parques, Parque Ibirapuera, Museu da Pessoa, Museu Afro Brasil.
Parceiros: Hugo França e Cordel Áudio.
Ano: 2021
Instalado no Parque Ibirapuera, em frente ao Museu Afro Brasil, a obra convida o público a se sentar em uma raiz de árvore, transformada em uma escultura/banco pelo artista Hugo França, e a ouvir histórias de vida de representantes da cultura negra como Emanoel Araujo, diretor do Museu Afro Brasil; Sueli Carneiro, escritora, filósofa e idealizadora do Geledés; a ativista Neon Cunha, dentre outros.
O objetivo deste projeto foi homenagear vidas de pessoas que representam partes das raízes do povo brasileiro. As sonoras foram editadas e compostas com trilhas musicais originais desenvolvidas pela Cordel Áudio. São ao todo nove histórias que fazem parte da coleção Vidas Negras, do Museu da Pessoa, e também estão disponíveis no formato de podcast no Spotify. Um QR Code instalado na peça permite que o público explore a fundo as histórias, que abordam a relação entre vida e morte, fé, saberes e fazeres, aprendizados, descobertas e transformações das personagens.
O desenho do projeto e as parcerias foram articulados pela Tecer, assim como as ações de advocacy para uma emenda parlamentar por meio do apoio do ex-vereador Daniel Annenberg e da Secretaria do Verde e Meio Ambiente da Prefeitura de SP.

Banco Sonoro
Jorge wilheim
Idealização e coordenação: Tecer.
Realização: Tecer, Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, Parque Ibirapuera, Fundação Bienal, Instituto Itaú.
Parceiros: Hugo França e Aya Studio.
Ano: 2020
Com a articulação de uma parceria entre o poder público e privado e a colaboração de artistas, a Tecer implantou um mobiliário sonoro em homenagem ao arquiteto e urbanista Jorge Wilheim em frente à Fundação Bienal, no Parque Ibirapuera.
A proposta do banco sonoro é surpreender o público que circula pelo parque com a exuberância estética da peça, feita a partir de um resíduo lenhoso encontrado no próprio Ibirapuera, e a gravação em áudio de um debate entre Jorge Wilheim, Olgária Matos e Mário Sergio Cortella sobre o significado do Urbano. A partir desta vivência, o público pode ainda "levar pra casa” mais informações sobre o conteúdo da obra e do personagem por meio de um QR Code.
A criação da peça também considerou o histórico de Jorge Wilheim com o meio ambiente (primeiro Secretário Estadual de Meio Ambiente), com a cidade de São Paulo (duas vezes Secretário de Planejamento do Município) e com a Fundação Bienal (ex-presidente da entidade).
O Banco Sonoro Jorge Wilheim foi desenvolvido pelo artista plástico Hugo França, com tecnologia sonora do Aya Studio. O desenho do projeto, a identificação das parcerias e a captação de recursos por meio de editais públicos e parcerias com o setor privado foram viabilizados pela Tecer.

Espaço
Memória anhembi
Advocacy: Tecer.
Apoio: Diversos setores da sociedade.
Ano: 2020 - em andamento
Desenvolvido por Jorge Wilheim na década de 1960, o projeto do Parque Anhembi foi totalmente inovador. Viabilizou a criação de um espaço de exposição em tamanho inexistente no País; a implantação em área de várzea, fato inusitado; representou um desafio de arquitetura e engenharia inéditas no Brasil e um modelo de gestão e concessão, inédito em São Paulo.
O Complexo Anhembi, idealizado a pedido de Caio de Alcântara Machado, esteve ameaçado de extinção nos últimos anos, merecendo iniciativas de advocacy da Tecer, que somadas a outras, foram bem sucedidas. O Parque Anhembi não foi vendido, nem demolido, e, sim, destinado à concessão privada por muitos anos.
Esta nova situação abriu a oportunidade para a Tecer propor a criação de um Espaço Memória como meio de expor a história de seu ineditismo ao público. Ressaltando o caráter socioeducativo, apresentamos um projeto para o desenvolvimento de uma exposição permanente sobre os desafios de arquitetura, engenharia, decoração, iluminação, paisagismo e comunicação relacionados ao projeto original. O projeto segue em andamento.

Exposição
jorge wilheim no sesc
Idealização e coordenação: Tecer.
Realização: Tecer e SESC Consolação.
Parceiros: Guilherme Wisnik, Pedro Mendes da Rocha e Kiko Farkas.
Ano: 2019.
A Tecer, através da sua diretora, Ana Maria Wilheim, idealizou uma exposição sobre o arquiteto e urbanista Jorge Wilheim, no SESC Consolação, em 2019. Além disso, propôs o perfil curatorial e expográfico, promovendo ampla articulação e resgate de histórias e experiências entre pessoas que conviveram com JW.
Com curadoria de Guilherme Wisnik e expografia de Pedro Mendes da Rocha, “Conversas na praça: o urbanismo de Jorge Wilheim” recuperou o legado de um dos grandes nomes da arquitetura e do urbanismo no país e convidou o público à reflexão sobre cidades mais humanas, justas e sustentáveis.
O espaço expográfico valorizou elementos inovadores dos projetos do arquiteto, como o pilar no formato "pé de galinha invertido" do pavilhão de exposições do Parque Anhembi; o piso em pedra portuguesa do Vale do Anhangabaú; e a instalação de bancos de praça, inspiração para vários projetos e marca forte de Wilheim, por meio dos quais desejava transmitir sua experiência.
Muitas crenças e valores da Tecer estiveram presentes nesse projeto, entre os quais: a sistematização de informações sobre o personagem; a transmissão de conhecimento; a facilitação de conversas em grupo; e a articulação entre instituições de ensino para uso da exposição como campo de estudo.

Legado
jorge wilheim
Idealização, coordenação e realização: Tecer.
Parceiros: Instituto de Arte Contemporânea, SESC-CPF, Mackenzie, CAU Paraná, CAU Curitiba.
Ano: 2014 - em andamento.
Saiba mais: www.jorgewilheim.com.br
O objetivo deste trabalho é manter vivo o legado do arquiteto, urbanista, escritor e gestor público Jorge Wilheim (1928 - 2014).
A Tecer foi responsável por organizar e classificar arquivos e documentos do vasto acervo de Wilheim, com mais de 60 anos de contribuição profissional. Com a colaboração da família e de amigos, reformulou o site do urbanista para preservar seu pensamento e legado, com a intenção de inspirar as novas gerações na construção de cidades mais humanas, justas e criativas.
Outra frente de ação da Tecer para o legado de Wilheim foi a identificação, organização e curadoria da coleção de documentos do acervo a serem doados a uma instituição específica, no caso, o Instituto de Arte Contemporânea. A Tecer mediou também a doação de acervo específico do arquiteto para a Casa de Arquitectura de Matosinhos, em Portugal. E foi responsável pela elaboração de seminários sobre a produção de Jorge Wilheim junto ao CPF-SESC, Mackenzie, CAU Paraná, IPPUC Curitiba e Assembleia Legislativa do Paraná.
Outra frente de ação da Tecer para o legado de Wilheim foi a identificação, organização e curadoria da coleção de documentos do acervo a serem doados a uma instituição específica, no caso, o Instituto de Arte Contemporânea. A Tecer mediou também a doação de acervo específico do arquiteto para a Casa de Arquitectura de Matosinhos, em Portugal.
E foi responsável pela elaboração de seminários sobre a produção de Jorge Wilheim junto ao CPF-SESC, Mackenzie, CAU Paraná, IPPUC Curitiba e Assembleia Legislativa do Paraná.




